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Mitologia | Mitologia Japonesa
A lua, o astro mais próximo dos homens
Astro da noite, a Lua é geralmente apresentada na mitologia como irmã ou irmão do Sol: em um sentido mais forte do que este, a Lua define o ritmo do ano e controla o tempo. Os primeiros calendários são lunares, e os Romanos dedicam à Lua o primeiro dia da semana: lunae dies, segunda-feira. A atribuição do sexo à Lua varia segundo as culturas. Entre os povos nórd...
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Mitologia | Mitologia Japonesa
Os deuses xintoístas
No xintoísmo, todos os elementos do mundo celeste ou terrestre apresentam um carácter sagrado e são habitados por espíritos com quem é preferível estar conciliado. Estes kami, ou seres situados mais alto, são forças da natureza assimiladas a potências capazes do pior e do melhor. As montanhas, as árvores ou os rios são kami, ao mesmo nível que os homens de essên
Mitologia | Mitologia Japonesa
A mitologia japonesa
A mitologia japonesa foi originalmente conservada religiosamente em duas grandes coleções do século VIII d.e.c., o Kojiki (Registo dos Temas Antigos) e o Nihongí (Crônicas Escritas do Japão). Isto torna a reconstrução da mitologia primordial muito difícil porque estas obras gozam de um estatuto especial não só na religião xintoísta, como também na ideologia
do e
Destaques
  • Os mitos da Mesopotâmia desempenham um papel fundador em todas as mitologias ocidentais. O primeiro relato do Dilúvio, na epopeia de Gilgamesh, assemelha-se muito à narrativa bíblica do mesmo acontecimento, e o Jardim do Éden foi muitas vezes situado na foz do Tigre e do Eufrates, a leste da Mesopotâmia, no lado em
  • Um novo dia nasce sobre o majestoso Reno, rio de águas límpidas e cristalinas. Uma névoa, fina como uma gaze, paira sobre o grande espelho liquefeito que a corrente ondula suavemente. No fundo do rio, pode-se ver o recorte das grandes pedras em meio ao balanço dos liquens esverdeados que se movem numa coreografia
  • Rá era o grande deus que no princípio apareceu sob a forma de Nun. Diariamente, Rá percorria o seu caminho solar no horizonte. Ele era o pai dos pais e a mãe das mães. Despojou-se de tudo aquilo que havia nele. Levou muitos nomes e apareceu sob muitas formas, com os nomes de Aton, Hórus de Hekem e Horakhti.
  • A Távola Redonda foi um presente do mago Merlim ao rei Artur. Ao seu redor, sentaram-se doze cavaleiros que tinham um ponto em comum: juraram ser honrados em toda e qualquer situação e dedicar-se incansavelmente à busca do Graal, uma taça misteriosa que havia contido o sangue de Cristo. Destacam Lancelot e Percival
Mitologias das civilizações
Lendas do mundo
Mitologia Grega 
Os casos amorosos de Zeus
Mitologia Nórdica 
O anel dos Nibelungos
Mitologia Asteca 
As peregrinações astecas
Mitologia Asteca 
Os presságios de Montezuma
Mitologia Celta 
Contos irlandeses
Lendas Medievais 
Cavaleiros da Távola Redonda
Mitos do mundo
Todos MITOS
Mitologia Nórdica
Odin na corte do rei Geirrod
Havia, outrora, dois irmãos, filhos do rei Hrauding. O mais velho chamava-se Agnar e tinha dez anos de idade, enquanto o outro tinha oito anos e se chamava Geirrod. Certa feita, ambos haviam saído para pescar, com a autorização do pai, mas como o vento estivesse muito forte, acabaram por se perder e sua embarcação foi parar numa distante ilha. - E agora, Agnar? - disse o frágil Geirrod, tentando manter a embarcação acima das águas junto com o irmão. Mas todos os seus esforços resultaram inúteis: depois de dois ou três arremessos mais violentos, a frágil embarcação desfez-se nos penedos que recortavam a ilha. Agnar e Geirrod puderam dar-se por muito felizes por ter escapado com vida do terrível naufrágio. Nem bem chegaram às areias da praia, mais mortos do que vivos, foram recolhidos por um pescador e sua mulher. Como o inverno recém tivesse começado - e fosse, conseqüentemente, época de muitos temporais, o que lhes impossibilitava o retorno à sua pátria -, Agnar e Geirrod viram-se obrigados a permanecer na ilha na companhia do casal.
Mitologia Grega
O Castigo de Quelone
De fato, o deus das forjas, normalmente coberto de fuligem, naquele dia surgira diante de todos um pouco mais apresentável, apesar de toda a sua feiúra. Seus cabelos emaranhados pareciam ter sidos apresentados finalmente a urna escova, e algo parecido com urna esponja parecia ter sido esfregado sobre o pêlo espesso do peito e dos membros. Quase todos os convidados já haviam chegado, inclusive Posídon, com sua corte aquática, úmida e festiva, e o sombrio cortejo de Hades, que trazia pelo braço
Criação e extinção
Antropogênese
Apocalipse
Cosmogonia
Religião
Vida após a morte
Mitologia judaico-cristã | Antropogênese
Criação e perdição do primeiro homem e mulher na mitologia judaico-cristã
Deus havia, finalmente, concluído o mundo da humanidade. Durante seis dias - que os inimigos da concisão podem estender, à vontade, para seis imensas eras o Criador espalhara sobre a Terra toda a espécie de seres vivos ou inanimados. O mundo já era, portanto, uma festa da vida quando, no último dia da Criação - posto que o sétimo ele reservara para seu justo e merecido descanso -, o Senhor decidiu criar aquela que deveria ser a melhor de suas invenções: o Homem. - Que ele seja a coroa posta à teste de toda a criação – disse o Senhor, - disse o Senhor, decidido a superar-se em sua última obra. Deus tomou, então, um punhado de barro em suas mãos e pôs-se a modelar o novo ser. Sendo Ele próprio o modelo, além de artífice consumado. Deus não encontrou dificuldade alguma para dar à argila a sua forma definitiva. - Está feito – disse Deus, ao depor o pequeno e frágil ser de volta ao leito da terra. - Eu o chamarei de
Mitologia Egípcia | Antropogênese
A criação dos homens
Rá era o grande deus que no princípio apareceu sob a forma de Nun. Diariamente, Rá percorria o seu caminho solar no horizonte. Ele era o pai dos pais e a mãe das mães. Despojou-se de tudo aquilo que havia nele. Levou muitos nomes e apareceu sob muitas formas, com os nomes de Aton, Hórus de Hekem e Horakhti. Rá formou a terra e povoou-a de plantas e animais. Ordenou as águas e deu-lhes o seu rumo. Então uma vaca surgiu das águas e tornou-se no céu sobre a água e a terra. Rá também governava os arcanos para lá do horizonte e pacificava os deuses que estavam descontentes ou ociosos. Para criar os homens chorou, e das suas lágrimas surgiram os homens que povoaram a terra. Ofereceu também aos animais o milagre do amor e tornou-os ativos, para que eles pudessem desfrutar da sua existência no mundo. Depois regulou a duração da noite e da duração do dia.
Mitologia Africana | Antropogênese
Oxalá cria os homens
Exu não tinha riqueza, não tinha fazenda, não tinha rio, não tinha profissão, nem artes, nem missão. Exu vagabundeava pelo mundo sem paradeiro. Então um dia, Exu passou a ir à casa de Oxalá. Ia à casa de Oxalá todos os dias. Na casa de Oxalá, Exu se distraía, vendo o velho fabricando os seres humanos. Muitos e muitos também vinham visitar Oxalá, mas ali ficavam pouco, quatro dias, oito dias, e nada aprendiam. Traziam oferendas, viam o velho orixá, apreciavam sua obra e partiam. Exu ficou na casa de Oxalá dezesseis anos. Exu prestava muita atenção na modelagem e aprendeu como Oxalá fabricava as mãos, os pés, a boca, os olhos, o pênis dos homens, as mãos, os pés, a boca, os olhos, a vagina das mulheres.
Mitologia Maia | Antropogênese
O universo vivo dos maias
As religiões judaico-cristãs, base da cultura ocidental, defendem um padrão histórico no qual os eventos se sucedem linearmente no tempo. As figuras, como Cristo, Noé ou Abraão, tem existência física, isto é, sua história tem começo meio e fim. Já os povos mesoamericanos possuíam um conceito de tempo cíclico para explicar as origens do mundo. Esse conceito é semelhante ao das civilizações orientais, que começaram a ficar famosas no Ocidente a partir dos anos 60 do século passado. Desta forma, os maias não acreditavam em um processo linear e exato de criação. Ao contrário: as eras nasciam, tinham seu
Mitologia Asteca | Antropogênese
Origem da humanidade no mito asteca
Havia, no começo de tudo, o casal primordial, Ometecuhtli e Omecihuatl (na verdade, Ometeotl, um deus único de feição hermafrodita). Diz que um dia Omecihuatl, que era a porção feminina do deus único, jogou para a Terra uma lâmina de pedra, e, quando ela se espatifou no solo, dos seus cacos brotaram 1.600 heróis (que alguns exegetas apontam como sendo as estrelas da via láctea). Um dia, os 1.600 seres resolveram fazer uma visitinha à sua mãe celestial. Eles tinham um pedido a fazer-lhe: - Queremos que nos crie um exército de servos - disse o porta-voz. - Servos...?! Servos para quê? - exclamou Omecihuatl. - Então não os fiz fortes o bastante para fazerem as coisas por si mesmos? - Queremos ser servidos, ó mãe. Somos a obra-prima da criação, e portanto queremos ser servidos. - Obra-prima?! Quem disse isso? Não são obra-prima de nada, desapareçam! Dias depois, Omecihuatl enviou aos 1.600 presunçosos um falcão com um comunicado:
Mitologia Africana | Cosmogonia
A criação do dia e da noite, cultura Kono
Existem muitas lendas que narram a criação da noite.
 Uma delas, do povo Kono, da Serra Leoa, relata como
o criador forneceu a luz do Sol durante o dia e a penumbra obtida da Lua, pelo que nunca estava escuro, nem frio.
A divindade pediu a Bat que levasse um cesto de escuridão para a Lua, mas Bat ficou cansado pelo que pousou
a carga para descansar e se alimentar. Entretanto, alguns animais encontraram o cesto e abriram-no, fazendo
com que a escuridão se escapasse. Desde então, Bat
passou a dormir durante o dia e a acordar quando
começa a escurecer para ir procurar a escuridão que
lhe fugiu e para tentar recomeçar com a sua fútil
tentativa de a voltar a meter no cesto e continuar
a sua incumbência para com a Lua.
Estórias ancestrais
Todos mitos
  • (Mitologia Grega) Os doze trabalhos de Héracles

    Alcmena e Anfitrião viajaram para Tebas, onde reinava Creonte. Ali o assassino do tio ficou purificado do
seu crime e não tardou
a vingar a morte dos sete primos, combatendo os
tafianos e vencendo-os.
Uma noite, enquanto
o marido ia a caminho
de Tebas após esta batalha, Alcmena estava de cama,
numa grande preocupação
com ele e esperando que chegasse a casa são e salvo.
De repente, chegou alguém
que parecia ser Anfitrião,
não só pelo aspecto mas também pela voz, cheio
de noticias da guerra, mas
na verdade tratava-se Zeus disfarçado. Trazia consigo
uma bela taça em ouro
assim como uma magnífica gargantilha igualmente
de ouro, presentes para a
noiva enviados pelos deuses. Nessa noite, Alcmena concebeu o filho de Zeus. Na noite seguinte, o marido verdadeiro regressou a casa e partilhou com ela a cama pela primeira vez, tendo Alcmena concebido um segundo filho. Nove meses depois, deu à luz os filhos gêmeos: Héracles, filho de Zeus, e Íficles, filho de Anfitrião. Um dia antes do nascimento dos filhos, Zeus tinha estado a gabar-se aos outros deuses de que a criança que estava para nascer, um descendente de Perseu, haveria de dominar todos os outros descendentes de Perseu. Hera (Juno) já estava furiosa com Alcmena por se ter deitado com Zeus, e estes comentários acirraram-lhe a vontade de vingança.

     

  • (Mitologia Grega) O Rapto de Europa

    Há muito tempo atrás, havia no reino de Tiro um rei, Agenor, cuja filha era muito bela. O nome dela era Europa, e Zeus apaixonou-se perdidamente por sua beleza. — Que linda mulher! — exclamava o deus dos deuses, cuidando, no entanto, para não ser ouvido por Hera, sua ciumenta esposa. — Tenho de possuí-la, a qualquer preço. Movido por essa determinação, Zeus decidiu utilizar-se de seu estratagema principal, ou seja, o de se metamorfosear em algum ser ou coisa. Por alguma razão, Zeus jamais aparecia diante das suas eleitas na sua forma pessoal, preferindo assumir sempre outra aparência qualquer. Assim, depois de muito pensar, decidiu transformar-se num grande touro, branco como a neve. Completada a transformação, Zeus desceu a Terra envolto numa grande nuvem. Em uma das praias do rei de Tiro e pai de Europa, um rebanho dócil de touros pastava num relvado próximo ao mar sem que ninguém percebesse, uma grande nuvem foi se aproximando, ate que dela desceu o grande touro, indo colocar-se em meio aos demais. Os seus novos colegas de rebanho, a princípio assustados com aquela súbita aparição, abriram um espaço assim que ele pousou sobre a grama. No entanto, como o alvo touro se mostrasse manso e dócil, teve logo sua presença admitida, sem maiores contestações.

     

  • (Mitologia Egípcia) Lamentações de Ísis e Néftis

    Isis fala, ela diz: Vem para tua casa, vem para tua casa! Tu de lunu, vem para tua casa, os teus inimigos não estão! O bom musico, vem para tua casa! Olha para mim, eu sou a tua amada irmã, não te separaras de mim! Ó bela juventude, vem para tua casa! Há muito, muito tempo que não te vejo! O meu coração chora por ti, os meus olhos procuram-te, eu procuro-te para te ver! Não te verei, não te verei, bom rei, eu não te verei? E bom ver-te, é bom ver-te, tu de lunu, e bom ver-te! Vem à tua amada, vem a tua amada! Uennefer, justificado, vem a tua irmã! Vem a tua esposa, vem a tua esposa, coração cansado, vem a tua dona de casa! Eu sou tua irmã por parte de tua mãe, não me deixaras! Deuses e homens procuram-te, juntos choram por ti! Enquanto eu contigo ver, eu chamo-te, lamentando até a altura do céu! Mas tu não ouves a minha voz, embora eu seja a tua irmã que te amaste na terra, não amaste ninguém senão a mim, a irmã, a irmã!

     

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Mitologia Japonesa
A lua, o astro mais próximo dos homens
Nos mitos de criação do mundo, a Lua tem muitas vezes como origem um olho divino: o olho de Hórus, de Purusha ou de Izanagi. O olho de Hórus, ferido por Seth e curado por Toth, é símbolo de renascimento, e os amuletos em forma de olho de Hórus ou uadjat eram um remédio forte contra os malefícios. No Egito, é também representada pelo deus Khonsu, na forma de um homem com cabeça de falcão e coroado com um disco lunar. Khonsu percorre os céus na sua barca, atributo também corrente nas mitologias devido à sua forma de crescente. Outro aspecto do astro das noites, o deus Toth, encarregado pelo envelhecido Rá de assumir a parte noturna da sua viagem sideral, marca os meses e o ano e estabelece o calendário lunar.
Mitologia Japonesa
Os deuses xintoístas
No xintoísmo, todos os elementos do mundo celeste ou terrestre apresentam um carácter sagrado e são habitados por espíritos com quem é preferível estar conciliado. Estes kami, ou seres situados mais alto, são forças da natureza assimiladas a potências capazes do pior e do melhor. As montanhas, as árvores ou os rios são kami, ao mesmo nível que os homens de essência superior. Tal como certos deuses do Egito, têm geralmente uma natureza ou uma alma dupla: boa e má. Os seus poderes são limitados, uma vez que só conhecem o que está perto deles. Necessitam, por isso, de mensageiros, que, por vezes, se confundem com eles próprios. Assim, o kami do arroz, Inari, tem por mensageiro uma raposa, e os Japoneses acabaram por ver a raposa como o kami do arroz. Entre os seres sobrenaturais nocivos figuram os kappa, espécie de vampiros anões que vivem perto dos cursos de água e atraem as suas vítimas para as afogarem e lhes sugarem o sangue. A única maneira de derrotar um kappa é fazê-lo baixar a cabeça: a água escorre então do seu crânio - porque este contém uma cavidade no topo - e ele perde a força.
Mitologia Japonesa
Mitologia japonesa
A mitologia japonesa foi originalmente conservada religiosamente em duas grandes coleções do século VIII d.e.c., o Kojiki (Registo dos Temas Antigos) e o Nihongí (Crônicas Escritas do Japão). Isto torna a reconstrução da mitologia primordial muito difícil porque estas obras gozam de um estatuto especial não só na religião xintoísta, como também na ideologia
do estado. Ambos se destinavam
a estabelecer a origem divina dos imperadores do Japão e a singularidade das ilhas nipônicas e do povo. No entanto, podemos ler
nas entrelinhas para encontrar
as suas origens. A etnologia
moderna estabeleceu a origem
mista (dos autóctones da Polinésia
com os habitantes da Ásia Oriental Continental)
do povo japonês, o que sugere uma grande variedade de influências na sua mitologia. O início da estória japonesa sobre a criação apresenta consideráveis semelhanças com os mitos da criação polinésios, enquanto o relevo posto nas origens divinas
da linha imperial está mais próximo das estórias das origens coreanas e chinesas.
Seres divinos (deuses, heróis, mortais e outras divindades)
SERES DIVINOS
Mitologia Japonesa
Izanagui
Izanagi
Deus Ser Primordial
Criador do universo
O casal primal do folclore japonês criou as ilhas do Japão, celebrou o primeiro casamento e deu origem aos deuses, ou kamis. Seus nomes podem ser traduzidos como o Nobre Homem e a Nobre Mulher. Suas lendas estão registradas no Kojiki (“Registro de Coisas Antigas”), completado em 712 d.e.c., e em Nihonshoki (“Crônicas do Japão”), um texto posterior de 720 d.e.c. O mito narra como as divindades celestes independentes pediram para Izanagui e Izanami criarem a Terra, agitando o mar com uma lança mágica. Individualmente e juntos, os dois deram a luz muitos deuses, inclusive o deus do vento Fujin, que completou a criação do Japão soprando a névoa e revelando as ilhas.
Mitologia Japonesa
Izanami
Deus Ser Primordial
Criador do universo
O casal primal do folclore japonês criou as ilhas do Japão, celebrou o primeiro casamento e deu origem aos deuses, ou kamis. Seus nomes podem ser traduzidos como o Nobre Homem e a Nobre Mulher. Suas lendas estão registradas no Kojiki (“Registro de Coisas Antigas”), completado em 712 d.e.c., e em Nihonshoki (“Crônicas do Japão”), um texto posterior de 720 d.e.c. O mito narra como as divindades celestes independentes pediram para Izanagui e Izanami criarem a Terra, agitando o mar com uma lança mágica. Individualmente e juntos, os dois deram a luz muitos deuses, inclusive o deus do vento Fujin, que completou a criação do Japão soprando a névoa e revelando as ilhas. Mais tarde, Izanami morreu ao dar aa luz o deus do fogo. Depois de sua morte, Izanagui a seguiu até o Mundo Subterrâneo e tentou resgata-la, mas não se saiu melhor do que Orfeu na mitologia grega. Apesar de instruções claras para resistir, Izanagui olhou para Izanami, que, como Perséfone, alimentara-se no Mundo Subterrâneo e lá ficou presa para sempre.
 
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Di Zang | A bíblia da mitologia, p. 383
Di Zang, o senhor do submundo budista

Originalmente um monge budista, Di Zang era um governante do Mundo Inferior bastante benevolente. Quando morreu, foi para o Mundo Inferior e tumultuou o lugar exigindo a libertação de sua mãe, que havia sido enviada para lá por comer carne. Com um grupo de monges, fez tanto barulho que, afinal, sua mãe foi mandada de volta para o Mundo Superior e Di Zang tornou-se governante dos mortos. Assim que a imortalidade lhe foi concedida, ele se tornou um governante generoso, que ouvia as almas perdidas, ensinando-lhes as crenças budistas.

A bíblia da Mitologia, p. 257
Hou Yi e Heng-O se encontram como Sol e Lua
Anubhuti
Brahma criando o universo
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Morte e renascimento no hinduismo
Jan Brueghel de Oude e Peter Paul Rubens
Adão, Eva e o fruto proibido
Ali Kiani Amin
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Ep. 04 - A estória de Quetzalcoatl
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Ep. 03 - Hun Hanahpú e Ixbalanque
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Ep. 02 - Coatlicue
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